O utilitário Toyota Land Cruiser em que ela viajava explodiu numa autoestrada nos arredores de Moscou
A russa Daria Dugina, filha de um ideólogo ultranacionalista considerado próximo ao presidente Vladimir Putin, foi morta num presumível atentado. Na noite deste sábado (20), o utilitário Toyota Land Cruiser em que ela viajava explodiu numa autoestrada nos arredores de Moscou.
O Comitê Investigativo da região, que descreve a vítima como jornalista e perita em política, declarou que uma bomba teria sido plantada no veículo visando Alexander Dugin, um veemente defensor da unificação dos territórios russófonos num novo grande império russo.
Pai e filha voltavam de um festival cultural. Segundo o jornal estatal Rossiiskaya Gazeta, o veículo explodido pertenceria a Dugin, mas no último momento ambos decidiram trocar de automóveis. Alexander Dugin foi apelidado “Rasputin moderno“.
Os investigadores encarregados disseram estar considerando “todas as versões“, a fim de estabelecer a responsabilidade pelo homicídio. No entanto Denis Pushilin, presidente da separatista “República Popular de Donetsk”, na Ucrânia, colocou a culpa em “terroristas do regime ucraniano, tentando matar Alexander Dugin”.
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