Simone quer equiparação salarial de homens e mulheres

Simone Tebet e Mara Gabrilli Misto Brasília
Simone Tebet e Mara Gabrilli disputam pelo MDB, Cidadania e PSDB/Divulgação
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Na entrevista ao JN, ela disse que a polarização é a culpada da falta de apoio à candidatura

A candidata do MDB à Presidência da República, Simone Tebet, em sabatina no Jornal Nacional nesta sexta-feira (27), atribuiu à polarização a falta de apoio dentro de seu partido, e tentou se afastar das manchas deixadas pelo envolvimento de membros da legenda em escândalos de corrupção nos últimos anos.



Ela prometeu aumentar a representatividade das mulheres na política, e disse que seu primeiro projeto a ser enviado para o Congresso será a equiparação salarial entre mulheres e homens.

A chapa de Tebet inclui também PSDB, Cidadania e Podemos, e representa o esforço de partidos de centro-direita de tentarem emplacar um nome na chamada “terceira via”, após a desistência de outros postulantes desse campo, como o ex-governador paulista João Doria (PSDB).


Seu programa de governo combina uma perspectiva liberal na economia a propostas para reduzir a pobreza e proteger a primeira infância e o meio ambiente.

Ela tem apenas 2% de intenções de voto segundo a última pesquisa Datafolha, que a coloca no quarto lugar na disputa, e sua candidatura foi rifada por alguns líderes do seu próprio partido, que optaram por apoiar o ex-presidente Lula da Silva já no primeiro turno.

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