Candidatos reforçaram o que disseram em outros confrontos. Ibaneis e Grass foram os alvos dos adversários
O último debate entre os candidatos ao governo do Distrito Federal, promovido pela TV Globo, reuniu seis nomes. A novidade foi a inclusão do Coronel Moreno (PTB) entre os debatedores. O horário da exibição prejudicou o confronto, pois terminou à 1h15 de hoje (28), quando muita gente já estava dormindo.
O último confronto antes do primeiro turno, que será realizado no domingo (02), não apresentou surpresas. A nota mais destacada foi que o candidato Leandro Grass (PV) passou a ser também alvo dos ataques dos adversários, muito mais pela sua proximidade com o ex-presidente Lula da Silva (PT).
A estratégia teve o objetivo de atingir os dois principais concorrentes ao Palácio do Buriti, que mais pontuaram na pesquisa do Ipec, divulgada horas antes do debate. Dois 11 candidatos, sete foram convidados: Coronel Moreno (PTB), Ibaneis Rocha (MDB), Leandro Grass (PV), Paulo Octavio (PSD), Izalci Lucas (PSDB), Keka Bagno (PSol) e Leila Barros (PDT).
Keka Bagno, como nos confrontos anteriores, dirigiu suas críticas ao governador Ibaneis. Perguntou se o governador não tinha “vergonha de culpar as mulheres da própria morte” e de apoiar o presidente Jair Bolsonaro (PL). “Fizemos um trabalho de excelência”, respondeu, mas escapou da provocação sobre o presidente.
O governador novamente teve que se defender da crise na saúde pública, alvo constante dos adversários. Se defendeu também das acusações no sistema de saúde e disse que não há denúncias contra ele.
O candidato Izalci Lucas disse que há 27 mil pessoas na fila aguardando por cirurgias. Como solução, prometeu “valorizar” os profissionais de saúde e criar um sistema integrado de marcação de consultas.
Os candidatos se encarregaram de comentar sobre a indústria de invasão. Garantiram que vão combater a grilagem de terras. Paulo Octavo sugeriu como alternativa para acabar com o problema, a criação de novos bairros regulamentados.
No final, a candidata Leila Barros falou em melhorar a saúde, a educação e espera, se for eleita, criar projetos sociais para 50 mil jovens.



















