Instituições de ensino tiveram que baixar as parcelas, mesmo com uma grande demanda por vagas
Por Misto Brasília – DF
Apenas 18,1% dos jovens com idade entre 18 e 24 anos estão matriculados no ensino superior. Apesar da demanda crescente por conhecimento, as instituições de ensino superior tiveram que reduzir os preços das mensalidades.
Foi o caso da Universidade Anhanguera, que baixou drasticamente os preços dos cursos nos últimos anos, em função das crises financeiras. Um curso de tecnólogo, como o de empreendedorismo, por exemplo, caiu de R$ 400 para R$ 85,00 mensais em um período de três anos.
O valor mais barato de uma pós no modelo EaD é uma parcela mensal de R$ 143,00 com duração de seis meses, enquanto na graduação presencial notou-se que a mensalidade está no valor mais barato de R$ 218,70, num total de 60 meses de estudo.
A observação do mercado educacional foi realizada pela Price Survey, que analisou dados de diferentes fontes. Foram usados dados por robôs rastreadores de rede (crawlers).
Mesmo com tantas vagas disponíveis e bolsas oferecidas pelas universidades, nem sempre é tarefa fácil definir qual o melhor curso e a melhor mensalidade.
Segundo censo do Ministério da Educação de 2020, são cerca de 8 milhões de alunos matriculados em mais de 35 mil cursos espalhados pelo país em mais de 2 mil instituições, seja na modalidade presencial, ensino a distância ou modelo híbrido.
O Sistema de Seleção Unificada (SiSU) oferecerá 65.932 vagas para ingresso em 73 instituições públicas de ensino superior, em 2 mil cursos de graduação.














