O objetivo é para acomodar 543 mulheres bolsonaristas radicais presas por invadir os três Poderes
Por Misto Brasília – DF
O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou que 85 presas da Penitenciária Feminina do Distrito Federal, conhecida como Colmeia, sejam colocadas em regime de monitoramento eletrônico, com uso de tornozeleira.
O objetivo é abrir vagas para bolsonaristas radicais detidas por envolvimento nos atos de depredação em Brasília, cometidos em 8 de janeiro.
Segundo noticiado pelo portal Consultor Jurídico, a medida do ministro foi tomada em resposta a um pedido da Defensoria Pública do Distrito Federal.
A Defensoria argumentou que as invasões em Brasília resultaram na detenção de 513 mulheres no presídio da Colmeia, o que tornou necessária a abertura de vagas.
No pedido, os defensores argumentaram que, em razão do aumento repentino da população carcerária na penitenciária, 85 presas que cumpriam pena no regime semiaberto poderiam ser colocadas em regime de monitoramento eletrônico, como forma de liberar vagas.
O regime semiaberto ocorre quando o preso é autorizado a deixar a penitenciária de dia para trabalhar ou estudar, sem supervisão, mas deve se recolher à noite
