Registros de armas tem alta de 592% em quatro anos

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Os estandes de tiro tem uma regulamentação que preserva a segurançaArquivo/Divulgação/PCDF
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O número de armas registradas em nome de CACs também teve uma alta expressiva no período

O número de brasileiros com registro para ter uma arma de fogo com registro de caçador, atirador ou colecionador – conhecidos como CACsaumentou sete vezes ao longo do governo Jair Bolsonaro, segundo um levantamento feito pelo portal G1.

Em 2018, 117.467 pessoas tinham um registro de CAC. No final de 2022, eram 813.188 pessoas – alta de 592% no período.



A evolução ano a ano mostra que a concessão de registros do tipo foi acelerada ao longo do governo Bolsonaro. Em 2019, primeiro ano da sua gestão, foram 73.788 novos registros; no ano seguinte, 104.933; em 2021, 198.640; e 318.369 no ano passado.

O levantamento foi realizado a partir de um pedido via Lei de Acesso à Informação endereçado ao Exército, a quem cabe analisar e aprovar os registros de CACs, segundo a Agência DW.

O número de armas registradas em nome de CACs também teve uma alta expressiva no período. Foram 904.858 novos registros de armas nessa modalidade no governo anterior, ou 26 novas armas por hora, segundo o g1.


Esse dado não inclui as pessoas que têm registro de armas para a sua defesa pessoal, cuja concessão e fiscalização cabe à Polícia Federal.

Uma pesquisa Datafolha realizada no final de maio de 2022 apontou que sete em cada dez brasileiros discordam da ideia de que armas trazem mais segurança para a população.


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