Navio não tem mais serventia para a Marinha de Guerra. Embarcação chegou a ser vendida para os turcos
Prestes a ter seu destino selado no fundo do oceano, maior porta-aviões do Brasil recebe proposta árabe três vezes maior do que o valor pago por estaleiro turco, mas a Marinha parece não ter muito interesse e pode afundá-lo amanhã (1º).
O destino do porta-aviões São Paulo ganha fôlego a cada semana com novos acontecimentos, e agora, perto de ser afundado, sua saga chega a um novo capítulo.
No início da tarde de ontem (30), a força recebeu uma proposta de compra da embarcação proveniente de uma empresa de desmanche de navios da Arábia Saudita, pertencente ao grupo árabe Sela, de acordo com o colunista Jorge de Souza do Uol.
Souza afirma que a abordagem dos árabes ocorreu através do advogado brasileiro Alex Christo Bahov, que atua no caso, e que foram oferecidos R$ 30 milhões pelo São Paulo, ou seja, três vezes mais do que os R$ 10 milhões dados pelo estaleiro turco Sok Denizcilik Tic no leilão promovido pela Marinha em outubro de 2021.
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