Centro-Oeste tem potencial para novos investimentos em energia

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Detalhe da geradora de energia elétrica da CEB na barragem do Paranoá/Divulgação
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Associação calcula que poderiam ser investidos R$ 50 bilhões na construção de centrais e geradoras hidrelétricas

Por Misto Brasília – DF

O potencial de geração de energia no Centro-Oeste e no Brasil será discutida na VI Conferência Nacional de PCHs e CHHs, que será realizada nesta quarta-feira (29) e quinta-feira. Será no Centro Internacional de Convenções do Brasil, no Setor de Clubes Sul.

O evento – que reunirá técnicos, empreendedores, autoridades do setor elétrico e especialistas – terá sessões sobre aspectos regulatórios, socioambientais, econômicos e políticos da implantação e operação das usinas.



A entidade que representa o setor, a Abrapch, prevê que no Centro-Oeste os investimentos podem chegar a R$ 50 bilhões com a construção de pequenas centrais hidrelétricas (PCHs) e centrais geradoras hidrelétricas (CGHs).

Apenas em Goiás o inventário hídrico aponta possibilidade de 177 novos empreendimentos. Mato Grosso poderia ter 139 pequenas usinas, o Mato Grosso do Sul 42 empreendimentos e oTocantins o potencial hídrico permite a construção de 26 pequenas usinas.

A estimativa tem como base dados de estudo do inventário hidrelétrico disponibilizados pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). A análise é sobre a a possibilidade de implantação de 147 pequenas centrais e 30 centrais geradoras nos estados de Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Tocantins.



“Seriam 384 empreendimentos a mais com a geração de novos 4.910,82 megawatts de energia. Considerado que o custo para cada megawatts de energia instalada gera em torno de R$ 10 milhões, os investimentos chegariam a quase R$ 50 bilhões com a geração de, aproximadamente, 302 mil empregos diretos“, calcula a presidente da Abrapch, Alessandra Torres de Carvalho.

“Iremos propor a revisão do Plano Decenal de Expansão de Energia e criação de um Programa Prioritário de Pequenas Hidrelétricas Ambientalmente Sustentáveis (PPPHS)”, comentou Alessandra.


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