Este crescimento, segundo o próprio banco, é explicado pela efetividade de nossa estratégia de atuação em varejo colateralizado
Por Misto Brasília – DF
O resultado operacional do Banco Pine no primeiro semestre foi sete vezes maior se comparado com o mesmo período do ano passado. O lucro líquido foi 12 vezes maior se comparado com os mesmos períodos.
Os resultados foram apresentados hoje (09). O lucro operacional foi de R$ 131 milhões e o lucro líquido atingiu a cifra de R$ 73 milhões.
A carteira de crédito expandida totalizou R$ 7,8 bilhões em junho, um aumento de 69% em relação ao primeiro semestre de 2022 e de 8% em relação a março de 2023.
Este crescimento é explicado pela efetividade de nossa estratégia de atuação em varejo colateralizado, que é um empréstimo concedido pelo agente financeiro mediante a apresentação de uma garantia pelo tomador. O banco existe há 25 anos e foi fundado em 1997.
“O semestre foi marcado pelo aumento das receitas em todos os nossos negócios. Atuamos de forma prudente no segmento empresas, crescemos a vertical varejo colateralizado e consolidamos nosso investimento no segmento e mantivemos o contínuo foco em alocação de capital, diversificação, gestão de ALM e eficiência operacional.”, comentou Noberto Pinheiro Junior, membro do Comitê Executivo e Diretor de RI.
Em junho, 94% da carteira de crédito classificada estava entre os rating AA-C, uma melhora na qualidade da carteira do Banco Pine. Esse indicador reflete a qualidade das novas safras e dos processos de concessão de crédito, evidenciando a estratégia de migração da carteira para operações de maior rentabilidade e com mais garantias atreladas. O índice de inadimplência acima de 90 dias foi de 0,5% em junho de 2023.
“Nossa atuação no Varejo Colateralizado está alinhada à estratégia de alocação de capital eficiente e de diversificação de receitas. Através da frente de carteira de crédito, o banco obtém receitas de accrual e de diferença de taxa de juros com compra e venda de carteiras e através da frente de Participações obtém receita de equivalência patrimonial, contribuindo para o aumento das receitas não crédito do Banco.”, comenta Clive Botelho, membro do Comitê do Executivo.


















