Secretário-geral da ONU pede cessar-fogo humanitário imediato

Primeiro-ministro de Israel Benjamin Netanyahu com soldadfos Misto Brasil
Primeiro-ministro de Israel Benjamin Netanyahu com soldados/Arquivo/Reprodução vídeo
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Ministro da Defesa, Yoav Gallant, disse nesta quinta-feira que em breve os soldados israelenses verão o território palestino ” de dentro”

Por Misto Brasil – DF

Ó secretário-geral da ONU. António Guterres, afirmou em visita ao Egito nesta quinta-feira que Gaza precisa do envio de ajuda humanitária de maneira frequente e em grande escala.

“Precisamos de comida, água, medicamentos e combustíveis já. Precisamos em grande escala, e de modo contínuo. Não necessitamos de somente uma operação pequena”, criticou, se referindo ao envio de 20 caminhões anunciados para esta sexta-feira.

Guterres pediu um “cessar-fogo humanitário imediato”. “Em termos claros, isso significa que as organizações humanitárias precisam estar aptas a enviar ajuda, que necessitam ser distribuídas de forma segura”, concentrada.

Ele também pediu a liberação dos árbitros que estão sob o poder do Hamas desde os ataques terroristas de 7 de outubro.

O ministro da Defesa de Israel, Yoav Gallant, afirmou aos soldados israelenses reunidos na fronteira da Faixa de Gaza que em breve eles verão o território palestino “de dentro“, segundo informou um comunicado de seu gabinete nesta quinta-feira (19) .

“Vocês veem Gaza agora à distância, mas logo vão vê-la de dentro. A ordem virá”, disse Gallant, citado na nota. O ministro teria pedido aos soldados que “se organizassem e estivessem prontos”.

A declaração sugere que uma invasão terrestre prometida em Gaza pode ser próxima, embora o gabinete de Gallant não tenha deixado claro quando ela ocorrer. O ministro também disse que a batalha será longa e difícil.

Logo após a declaração de Gallant, o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, publicou um vídeo em que aparece ao lado de soldados perto da fronteira, prometendo vitória.

Israel reuniu milhares de tropas ao longo da fronteira com o enclave palestino após um massacre sangrento perpetrado pelo grupo fundamentalista islâmico Hamas em 7 de outubro, que matou mais de 1.400 pessoas em território israelense.

Já a ofensiva de retaliação das forças de Israel, que por enquanto conta com incessantes ataques aéreos a Gaza, já deixou pelo menos 3.785 mortos, a maioria civis, sendo mais de 1.500 crianças e mais de 1.000 mulheres, segundo autoridades locais. (Informes das agências Reuters, AFP, DW e BBC News)

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