O suposto esquema é a peça central de um inquérito em andamento no Congresso americano, proposto por parlamentares do Partido Republicano
Por Misto Brasil – DF
Um ex-informante do FBI foi acusado de fabricar informações sobre um falso esquema de subornos multimilionários envolvendo o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden , seu filho Hunter Biden e a empresa ucraniana de energia Burisma Holdings.
O suposto esquema é a peça central de um inquérito em andamento no Congresso americano, proposto por parlamentares do Partido Republicano, que visa o impeachment do presidente. A denúncia contra o ex-informante Alexander Smirnov veio à tona em pleno ano das eleições presidenciais nos EUA, quando Biden deverá concorrer à reeleição.
O procurador especial dos EUA David Weiss, que liderou as investigações sobre Hunter Biden, informou nesta quinta-feira (15) que Smirnov foi indiciado por um grande júri por mentiroso sobre as atividades de Biden com a empresa ucraniana.
Em nota, Weiss afirmou que Smirnov, de 43 anos, teria feito declarações falsas e “criado falsos registros e fictícios” relacionados a uma investigação do FBI. O ex-informante foi preso na quarta-feira, logo após chegar ao país no aeroporto internacional de Las Vegas. Se condenado, ele poderá receber pena de até 25 anos de prisão.
Smirnov é acusado de mentir ao FBI em junho de 2020 ao relatar que executivos associados à empresa ucraniana pagaram a Hunter e Joe Biden 5 milhões de dólares cada em 2015 e 2016, para permitir que a Burisma escapasse a um processo judicial.
O informante afirmou que um executivo da empresa teria contratado a “proteção” de Hunter Biden, por meio de seu pai, de “todos os tipos de problemas”, segundo consta nos documentos judiciários.



















