Os temas são avaliados como impostantes pelos parlamentares que sugerem uma atuação mais firme do governo
Por Misto Brasil – DF
A deputada Paula Belmonte (Cidadania) defendeu melhores condições para a educação de crianças e adolescentes do Distrito Federal. Nesta segunda-feira começa o ano letivo da rede público, com o retorno de 480 mil estudantes às salas de aula.
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Ela disse que visitou uma escola pública recém-inaugurada no Itapoã Parque, no Paranoá, e lamentou a falta de armários, laboratório de informática e outras benfeitorias. “Precisamos estruturar as escolas para receberem as crianças com dignidade”, disse.
Belmonte observou, ainda, que “a realidade do Plano [Piloto] é muito diferente da de outras regiões administrativas”, defendendo ser responsabilidade dos parlamentares a “transformação da sociedade”.
O deputado João Cardoso (Avante) cobrou a nomeação de aprovados em concursos públicos de diversos órgãos do DF.
“Não estamos entendendo: temos servidores com curso de formação pronto que não estão sendo convocados”, reclamou.
O distrital citou os agentes de Vigilância Ambiental em Saúde (AVAs) e de agentes Comunitários de Saúde (ACS), além de aprovados para a carreira de Políticas Públicas e Gestão Governamental (PPGG).
A deputada Dayse Amarilio (PSB) também cobrou a nomeação de servidores, mas para a área de saúde.
Ela apresentou um cenário preocupante na saúde pública – combinando epidemia de dengue com aumento de casos de Covid-19.
A parlamentar disse que a Secretaria de Saúde tem um déficit de quase 900 enfermeiros, de mais de 5,8 mil técnicos de enfermagem, de 831 agentes de Vigilância Ambiental, e de 2,3 mil agentes Comunitários de Saúde.
O presidente da CLDF, deputado Wellington Luiz (MDB), concordou com os argumentos da colega, registrou a Agência CLDF.
“A contratação de mais servidores é fundamental”. Ele pregou uma atuação conjunta com o Executivo, para melhorar o quadro da pasta.
“Ainda nem estamos no pior momento da dengue. Ou fazemos alguma coisa ou nos restará a consciência pesada da omissão e da negligência”, emendou.





















