A primeira operação foi realizada na 903 Sul, onde estavam morando precariamente 24 pessoas que foram levadas para abrigos
Por Misto Brasil – DF
O secretário da Casa Civil, Gustavo Rocha, avaliou como “positiva” a primeira operação do plano de acolhimento voltado para os moradores de rua. Começou com a remoção (não compulsória) das pessoas que moram precariamente em casebres nas proximidades do Centro Pop (93 Sul).
Os barracos foram removidos das calçadas pelas equipes da Secretaria de Proteção da Ordem Urbanística (DF Legal). A pasta também recolheu os pertences pessoais de todos os 24 ocupantes do local.
A Secretaria de Desenvolvimento Social informou que 12 não recebem benefícios eventuais. A outra metade é beneficiária de programas como Bolsa Família, Auxílio-Vulnerabilidade, Cartão Prato Cheio, Benefício Assistencial à Pessoa com Deficiência e Benefício Excepcional.
O DF tem 74 pontos de concentração de moradores em situação de rua. Esses locais concentram a maioria dos dois mil moradores.
De acordo com a Agência Brasília, os pertences das pessoas ficarão armazenados no depósito da secretaria, no Setor de Indústria e Abastecimento, (Trecho 4, no Guará), pelo prazo de até 60 dias. Para reaver os bens, os proprietários devem comparecer ao depósito com o protocolo de identificação.
“Após essa operação, vamos analisar as ações, verificar o que precisa de adequação, encampar as sugestões do MP e programar a próxima ação”, explicou o secretário.
As pessoas foram orientadas a procurar um dos 80 abrigos mantidos pelo governo ou por instituições parceiras.
Outras alternativas dadas são a opção pelo recebimento do aluguel social, no valor de R$ 600, ou de passagens interestaduais para retorno ao estado de origem, se for esse o caso.






















