Diretora da Unicef compara situação no Haiti ao filme pós-apocalíptico Mad Max

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Migrantes, especialmente do Haiti, são conduzidos para a deportação/Arquivo/Reprodução vídeo/Fox26
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A situação do país continua mais próximo da anarquia do que da estabilidade. Há assassinatos matinais e hospitais foram fechados

Por Misto Brasil – DF

Os moradores de Petionville, uma área mais rica da cidade, estão abalados depois do dia mais violento até agora na crescente crise de segurança do Haiti.

Mais de uma dúzia de corpos baleados jaziam nas ruas – vítimas do último ataque de gangues.

Além da onda de assassinatos matinais, a casa de um juiz também foi atacada – uma mensagem clara para as elites do país que disputam o poder. Tudo isso naquela que é supostamente a parte segura da cidade, escreveu Will Grant, da BBC.

A diretora executiva da Unicef, Catherine Russell, chamou a situação no Haiti de “horrível” e comparou a ilegalidade ao filme pós-apocalíptico Mad Max.

Certamente que a última violência em Porto Príncipe é um lembrete, se é que alguma foi necessária, de que o Haiti continua mais próximo da anarquia do que da estabilidade.

Nesse mal-estar, a ONU também estimou que, devido ao encerramento de tantos hospitais na capital, cerca de 3 mil mulheres grávidas corriam o risco de ter de dar à luz sem cuidados de maternidade.

Visitamos a maternidade do hospital público de Cap Haitien, conta o repórter. Com apenas um dia de vida, os primeiros choros de Baby Woodley foram iguais aos das crianças nascidas em qualquer lugar: por comida e por conforto.

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