Os voos serão às terças-feiras e sábados, com retorno no mesmo dia. Cada voo terá capacidade máxima de 176 passageiros
Por Misto Brasil – DF
A partir de 10 de dezembro Brasília passará a ter voos direto para Cacun, no México. As duas operações semanais serão feitas pela Gol Linhas Aéreas, segundo informou a Secretaria de Relações Internacionais do Distrito Federal.
Os voos serão às terças-feiras com decolagem àsx às 11h30 (horário de Brasília), com aterrissagem prevista para as 17h35 (horário local) na cidade caribenha.
Nos sábados, o mesmo G3 7724 sairá de Brasília às 11h55, pousando no destino às 18 horas
A volta a partir de Cancún está disponível nos mesmos dias da semana. Às terças-feiras, o voo G3 7725 deixará a cidade mexicana às 20h40 (horário local) e chegará a Brasília às 6h35.
Aos sábados, o G3 7725 partirá às 19h30 do Caribe e pousará no Distrito Federal às 5h35. Cada voo tem capacidade máxima de 176 passageiros.
De acordo com a companhia, as viagens serão realizadas com frota própria e seguem o propósito de integrar cada vez mais os países da região, contribuindo para o fortalecimento do turismo nas Américas.
“Com a nova rota, o DF passa a ter ligação direta com nove destinos internacionais e 36 cidades brasileiras”, informou o gerente de Negócios Aéreos da Inframerica, concessionária do Aeroporto Internacional de Brasília Presidente Juscelino Kubitschek, Daniel Dumaresq.
Os viajantes precisam ter um visto válido. Há isenções de apresentação do visto, caso de pessoas que já o possuem para países como Estados Unidos, Canadá, Japão e Reino Unido, entre outros.
A isenção de visto válido também se aplica a residentes permanentes de países como Chile, Estados Unidos, Canadá, Espaço Schengen (Alemanha, -Áustria, Bélgica, Dinamarca, Eslováquia, Eslovênia, Espanha e Estônia) e Japão, entre outros.
O Aeroporto de Brasília já tem voos sem escala para Santiago (Chile), Lima (Peru), Lisboa (Portugal), Cidade do Panamá (Panamá), Miami e Orlando (Estados Unidos) e Buenos Aires (Argentina).
A expansão na malha viária foi possível graças às negociações realizadas entre o Governo do Distrito Federal (GDF), as embaixadas e a concessionária do aeroporto, Inframerica, junto às companhias aéreas.
























