Companhias aéreas retomam atividades após o apagão digital

Apagão cibernético Aeroporto de Londres Misto Brasil
Passageiros esperam a hora de embarque no Aeroporto de Londres/Arquivo/BBC
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As empresas anunciarm que retomaram as operações em várias partes do mundo depois do caos criado pelas falhas de TI

Por Misto Brasil – DF

Companhias aéreas de todo mundo estão gradualmente voltando a voar neste sábado (20), depois do tumulto causado por uma das maiores falhas de TI dos últimos anos. O apagão digital afetou os serviços em todo o mundo, incluindo o Brasil.

As operações no aeroporto internacional de Berlim voltaram ao normal, afirmou a administradora do aeroporto neste sábado. Os voos de partida estão dentro do cronograma, com pequenos atrasos, informou a DW.

Várias companhias aéreas dos EUA também comunicaram que já haviam retomado as operações. “De acordo com nossas informações, os voos foram retomados em todo o país, mas ainda há algum congestionamento”, disse um representante do governo americano.

Na Ásia, os aeroportos de Hong Kong, Coreia do Sul e Tailândia anunciaram a restauração de seus serviços de check-in. As operações também voltaram ao normal nos aeroportos da Índia, Indonésia e Singapura. Os aeroportos de Pequim não foram afetados, informou a televisão estatal chinesa.

No Reino Unido, os passageiros foram alertados sobre possíveis interrupções de viagem neste fim de semana, já que as redes de transporte do país continuam a sentir o impacto da pane global de TI.

Atrasos e cancelamentos de voos estão entre os transtornos que devem continuar no fim de semana após a interrupção, com especialistas alertando que pode até mesmo levar semanas para que os sistemas se recuperem totalmente.

A Microsoft comunicou que o problema começou no início da noite de quinta-feira, afetando os usuários do sistema operacional Windows 10 que utilizam o software de segurança cibernética CrowdStrike Falcon.

A empresa CrowdStrike admitiu que uma falha numa atualização do CrowdStrike Falcon causou o apagão e afirmou ter implementado uma correção para a falha. O chefe da empresa, George Kurtz, disse à emissora americana CNBC que queria pedir desculpas a todas as organizações e as pessoas afetadas.

Segundo especialistas em informática, a última atualização do Falcon continha erros e imediatamente colocou em colapso a plataforma de computação na nuvem Azure, da Microsoft.

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