Empresas brasileiras estão prontas para investir bilhões e devem lucrar trilhões para produzir o diesel verde, o biometano
Por Genésio Araújo Júnior – DF
Em 1941, o austríaco Stefan Zweig, fugindo de uma Europa sob caos, escreveu que o Brasil era o país do futuro. Ele contava ao mundo como aqui era o local certo. Desde então, se fala de Brasil é o país do futuro.
A grande crítica que se faz ao Brasil é que damos um passo para frente e dois para trás.
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Nessa terça-feira, em ato na Base Aérea de Brasília, o presidente Lula da Silva sancionou a lei do combustível do futuro. O que significa isso?
Empresas brasileiras estão prontas para investir bilhões e devem lucrar trilhões para produzir o diesel verde, o biometano, que vai substituir o gás natural e o novo querosene, o combustível sustentável de aviação.
No século 21, dos novos chips revolucionários e da inteligência artificial, se vai precisar de toda a energia do mundo em condições que nunca lidamos.
Recentemente, a Secretaria de Energia dos Estados Unidos ressaltou que o que está se colocando em curso no Brasil é algo extraordinário.
Num país em que se vê tanta canalice, água jogando fora da bacia, quando sabemos de coisas dessa dimensão, num momento importante para o planeta, percebemos que, de fato, o futuro chegou no Brasil.
Esse Lula da Silva é um sortudo. Se aproveitou das ideias de Ferrando Henrique e criou o importante Bolsa Família. Depois soube-se sair bem na crise de 2008.
E mesmo fazendo muita coisa errada, dá mais um passo histórico.























