Mulheres são as maiores vítimas de tentativas de fraudes

Polícia fraude bancária dinheiro DF
Objetos e dinheiro apreendidos em operação policial realizada no DF/Arquivo/Divulgação/PCDF
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Uma pesquisa aponta que 1,49% das transações no primeiro semestre foram identificadas como tentativas de fraude entre janeiro e junho

Por Misto Brasil – DF

A maioria das tentativas de fraude no comércio eletrônico são contra as mulheres. Nada menos que 75% têm como vítimas o sexo feminino, de acordo com o Mapa de Identidade e da empresa de ambiente digital CAF.

A pesquisa aponta que 1,49% das transações no primeiro semestre foram identificadas como tentativas de fraude, uma leve elevação em relação aos 1,47% registrados no ano passado.

Desta porcentagem, a maior parte das ocorrências (77,39%) foi identificada com tecnologias de biometria facial.

Os dados se baseiam, segundo o Departamento de Marketing, em números compilados entre janeiro e junho. E analisa o volume de fraudes de identidade nos setores de mobilidade, comércio eletrônico, serviços financeiros e apostas esportivas.

Embora predominem no e-commerce, as mulheres são minoria nos demais segmentos. No setor de serviços financeiros, os homens representam 55,86% da força de trabalho, e essa participação aumenta para 73,21% no setor de mobilidade.

Segundo a pesquisa, no cômputo geral, o sexo masculino corresponde a 55,58% das ocorrências, enquanto as mulheres representam 44,42%.

A região Sudeste encabeça o ranking de tentativas de fraude no período, somando 43,86% das ocorrências.

São Paulo ocupa a primeira posição, com 22,07% do volume, seguido por Rio de Janeiro, com 12,99%, e Minas Gerais, com 7,41.

O Pará, na região Norte, ocupa a quarta colocação com 4,94% das fraudes identificadas no primeiro semestre, mas lidera em percentual relativo ao volume de transações, com 2,8% do total.

No segmento de serviços financeiros, que engloba bancos e instituições de pagamento, a taxa atingiu 1,55% no primeiro semestre de 2024, uma leve elevação em comparação aos 1,4% do ano anterior, mas ainda distante dos 2,18% registrados em 2022, durante o último ano da pandemia de Covid-19.

Ainda neste âmbito, o primeiro trimestre se destaca por apresentar taxas de fraude mais elevadas em comparação com o segundo, um padrão que já havia sido observado em 2023. O mês de março, por exemplo, registrou a maior taxa de fraude, com 1,77% de todas as transações sendo tentativas de falseamento.

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