O ministro da Fazenda e a ministra do Planejamento levaram sugestões para Lula da Silva para cortar gastos
Por Deolindo Aguiar – PI
Mais uma proposta do governo federal na busca de conter os aumentos crescentes dos gastos públicos e com isso mostrar que está perseguindo a redução do déficit fiscal.
Em outras palavras, o saldo entre suas receitas e suas despesas.
Para tanto, os ministros da Fazenda, Fernando Haddad, e Simone Tebet, do Planejamento, levaram ao presidente Lula da Silva algumas sugestões para cortar os gastos do governo.
Leia – comissão tem até abril de 2025 para sugerir a reforma administrativa
O destaque é relacionado aos supersalários do setor público, um nome muito delicado para a definição das irregularidades que campeiam na área, ao se verificar os que recebem acima do teto do funcionalismo público.
O atual valor de referência é R$ 44 mil, quantia esta paga atualmente por mês ao ministro do Supremo Tribunal Federal, STF.
Em isso acontecendo, o governo terá uma economia de R$ 3,8 bilhões anuais. Esse valor pode ser ainda bem maior, chegando aos R$ 5 bilhões, segundo instituições ligadas no assunto.
Imagine se existe um teto máximo de remuneração no setor público.
Por que não é respeitado? Cadê o Ministério Público e entidades afins que não tomam as devidas providências?
Já existem propostas, através de projetos de lei, na Câmara Federal nesse sentido, desde 2016.
A questão é que, na hora da elite do setor público cortar na própria carne, fica para quando houver amanhã. Vale a pena refletir.























