A ocupação do Centrad se arrasta desde o governo Agnelo Queiroz (PT), atravessou o governo de Rodrigo Rollemberg (PSB) e seis anos do governo de Ibaneis
Por Misto Brasil – DF
O governador Ibaneis Rocha anunciou que até abril o Governo do Distrito Federal (GDF) vai lançar as obras para a futura ocupação do Centro Administrativo (Centrad), em Taguatinga.
A ocupação do Centrad se arrasta desde o governo Agnelo Queiroz (PT), atravessou o governo de Rodrigo Rollemberg (PSB) e seis anos do governo de Ibaneis.
Em março do ano passado, Ibaneis Rocha já havia prometido uma solução para o Centro Administrativo.
“Temos um grande imbróglio para resolver que é o Centrad. Existe uma demanda judicial e independente disso, vamos fazer a infraestrutura, que está prevista desde o início de obras”, disse na ocasião.
A Agência Brasília divulgou que viadutos e vias serão construídos ao redor do complexo para facilitar o acesso. Também serão feitos a urbanização da área e os serviços internos no prédio.
“Sem a infraestrutura viária, ficaria inviável a utilização do prédio. Por isso, faremos os viadutos e todas as adequações necessárias”, disse o governador.
“É um grande passo para levarmos estruturas de governo ao Centrad e atender os moradores de toda aquela região, que é uma das mais populosas do DF”.
Estão previstas a construção de um viaduto principal na QNL, com uma alça de acesso para o Centro Administrativo, e outro viaduto nas proximidades do campus Ceilândia da Universidade de Brasília (UnB), para ligar Taguatinga a Samambaia.
O projeto prevê vias adjacentes e urbanização.
As obras externas serão feitas pela Secretaria de Obras e Infraestrutura (SODF) e pela Agência de Desenvolvimento do DF (Terracap). As adequações internas do prédio ficarão a cargo da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap).
Com uma área de 182 mil m² e 16 edifícios, o Centrad foi idealizado como um centro administrativo para abrigar e centralizar os órgãos de governo.
Em 2022, a atual gestão anulou o contrato com o consórcio que construiu o prédio, com custo estimado de R$ 1 bilhão, e no mesmo ano retomou a posse do imóvel.
