Dólar à vista perdeu força e encerrou a R$ 5,808

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O dólar norte-americano é a moeda preferida em todo o mundo/Arquivo/ONU
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Entre os fatores que determinaram na cotação foram a inflação e a taxação de produtos pelos Estados Unidos e a possível votação do Orçamento com cortes

Por Misto Brasil – DF

O dólar à vista começou o dia em alta com dados de inflação no Brasil — fortes como o esperado — e nos Estados Unidos, além das tarifas de importação impostas pelos EUA. Ao longo do dia, porém, a divisa perdeu força com a Lei Orçamentária Anual (LOA) no radar.

Nesta quarta-feira (12), a divisa norte-americana encerrou as negociações a R$ 5,8088, com queda de 0,05%.

O movimento destoou da tendência vista no exterior. Por volta de 17h (horário de Brasília), o DXY, indicador que compara o dólar a uma cesta de seis divisas globais como euro e libra, subia 0,29%, aos 103,576 pontos.

O câmbio teve um dia agitado, com os investidores dividindo as atenções entre dados de inflação no Brasil e nos Estados Unidos, expectativa pela aprovação da Lei Orçamentária (LOA) de 2025 e taxação sobre o aço e alumínio importados nos EUA. Confira o que movimentou o dólar a seguir:

No cenário doméstico, o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) concentrou as atenções do mercado. A inflação brasileira subiu 1,31% em fevereiro, segundo divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O número indica uma aceleração em relação à alta de 0,16% apurada em janeiro, e ficou em linha com as estimativas do mercado. A inflação acumula alta de 1,47% no ano e de 5,06% em doze meses.

Para o economista-chefe da Ativa Investimentos, Étore Sanchez, o IPCA veio dentro do esperado pelo mercado, mas ainda assim com algum “viés para pior.

As notícias sobre a Lei Orçamentária Anual (LOA), que deve ser votada pelo Congresso na próxima semana, também repercutiram.

Segundo informações do Broadcast, o governo propôs um corte de R$ 7,7 bilhões no programa Bolsa Família no Orçamento deste ano, ampliando a redução de despesas já prevista no pacote fiscal aprovado no ano passado.

Antes, a previsão era de corte de R$ 2 bilhões no Bolsa Família em 2025.

A taxação de 25% sobre as importações de aço e alumínio feitas pelos Estados Unidos começou a valer nesta quarta-feira (12) — o que pressionou as empresas ligadas às commodities e o real. O Brasil é o segundo maior fornecedor em volume para o mercado norte-americano.

O governo brasileiro lamentou a imposição das tarifas e afirmou que avaliará “todas as possibilidades de ação no campo do comércio exterior”, inclusive junto à Organização Mundial do Comércio (OMC), segundo nota conjunta dos ministérios das Relações Exteriores e do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC).

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