CPI do Rio Melchior. Agora vai?

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A construção da termelétrica poderia também afetar o rio Melchior/Arquivo/CLDF
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O novo relator garantiu que o Palácio do Buriti “está empenhado” em garantir as investigações que podem chegar em empresas poluidoras

Por Misto Brasil – DF

Os membros da CPI do Rio Melchior da Câmara Legislativa do Distrito Federal aprovaram 38 dos 50 requerimentos apresentados.

Coincidência ou não, a aprovação do colegiado aconteceu após o deputado distrital Iolando Almeida de Souza (MDB) assumir a relatoria no lugar de Daniel Donizet (MDB).

A quarta reunião da CPI aconteceu depois de uma série de suspensões por falta de deputados nas reuniões. Há suspeita de que o corpo mole para investigar as causas da poluição do rio esteja por trás desse atraso nos trabalhos.

O novo relator garantiu que o Palácio do Buriti “está empenhado” em garantir as investigações que podem chegar em empresas poluidoras que deixaram o Melchior no pior nível de poluição. Uma delas é a Termonorte, cujos representantes foram convidados a falar na comissão.

Quem devem explicações também é a Caesb, o Instituto Ambiental de Brasília e a Adasa, órgãos responsáveis pela qualidade e uso da água no Distrito Federal.

Banhos, uso da água e até passar por dentro do rio é um risco à saúde pública.

Depois de um ajuste político, até o deputado distrital Joaquim Roriz (PL) prometeu se empenhar. “A gente vê as fotos e os relatos e percebe que não temos como ficar de olhos fechados diante de uma situação tão crítica”.

Na mesma batida vem o deputado distrital Morro da Cruz (PRD). “Vou dar a minha contribuição”.

Requerimentos aprovados

Entre itens aprovados, estão convites a diversos gestores públicos e especialistas, incluindo representantes do Serviço de Limpeza Urbana do Distrito Federal (SLU), da Agência Reguladora de Águas, Energia e Saneamento do DF (Adasa), do DF Legal e da Caesb.

O colegiado realizará visitas técnicas ao rio Melchior, às estações de tratamento de esgoto (ETE Samambaia e ETE Melchior), ao abatedouro da Seara Alimentos e ao Aterro Sanitário de Samambaia

Esses locais foram apontados como potenciais fontes de contaminação. A primeira visita ao aterro sanitário de Samambaia foi agendada para o próximo dia 22.

Pesquisadores da Universidade de Brasília (UnB) também serão convidados. Estão previstas ainda oitivas com representantes do Ibama, do Instituto Brasília Ambiental (Ibram), da Polícia Civil e da organização social Arayara.

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