Dia negativo na bolsa por conta das tensões no Oriente Médio

Bolsa de valores B3 ações negociações Misto Brasil
Na bolsa são negociados os papais das companhias abertas/Arquivo/Divulgação/B3
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A bolsa foi pressionada pela forte queda das ações da Petrobras. Dólar à vista encerrou as negociações a R$ 5,5032, com queda de 0,39%

Por Misto Brasil – DF

Ibovespa teve mais um dia negativo, estendendo as perdas da sessão anterior, em meio à aversão ao risco com a escalada das tensões no Oriente Médio após a entrada dos Estados Unidos no conflito entre Israel e Irã. A derrocada do petróleo pressionou as ações da Petrobras, um dos pesos-pesados do índice.

Nesta segunda-feira (23), o principal índice da bolsa brasileira fechou aos 136.550,50 pontos, com queda de 0,41%.

O dólar à vista encerrou as negociações a R$ 5,5032, com queda de 0,39% ante o real, confiorme divulgou o InfoMoney.

No cenário doméstico, os investidores operam em compasso de espera pela ata da mais recente reunião do Comitê de Política Monetária (Copom). Na última quarta-feira (18), o colegiado elevou a Selic em 0,25 ponto percentual (p.p.), de 14,75% para 15,00% ao ano e sinalizou uma pausa no ciclo de altas nos juros.

Os economistas ouvidos pelo Banco Central também elevaram a projeção para a Selic de 14,75% para 15% ao final de 2025 no primeiro Boletim Focus após Copom, divulgado hoje (23).

O Ibovespa foi pressionado pela forte queda das ações da Petrobras, que acompanharam a derrocada do petróleo. Os papéis da estatal caíram quase 3%, sendo os mais negociados da B3.

Os contratos mais líquidos do Brent, com vencimento em setembro, encerraram a sessão com queda de 6,67%, a US$ 70,52 o barril na International Exchange (ICE), em Londres, após uma retaliação “simbólica” do Irã aos ataques dos Estados Unidos, ocorridos no último fim de semana.

Ainda entre os pesos-pesados do índice, Vale subiu mais 1% em linha com a melhora do desempenho do minério de ferro. O avanço limitou as perdas do Ibovespa.

A ponta positiva do índice, porém, foi liderada por  BRF. A companhia informou que as assembleias de acionistas para aprovar a fusão da empresa com a Marfrig estão marcadas para o dia 14 de julho.

Inicialmente, as assembleias estavam previstas para o dia 18 de junho, mas foram adiadas pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) após pedido de mais informações sobre a transação. A decisão do órgão também “atrasou” o processo de incorporação da Marfrig pela BRF, formando a MBRF.

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