Veneno, a dosagem e os feiticeiros do poder

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Deputados bolsonaristas exibem bandeira de Donald Trump em comissão da Cãmara/Reprodução rede social
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Não precisa ser doutor em Direito para ver que o capa preta Alexandre de Moraes exagerou na caneta. Que conserte

Por Genésio Araújo Júnior – DF

Não precisa estudar química para saber que a diferença entre o remédio e o veneno é a dosagem. Sobre as medidas restritivas do ministro Alexandre de Moraes ao ex-presidente Jair Bolsonaro, pouco se discorda que elas eram necessárias, pois a investigação feita pela PF se tratava de tentativa de obstrução de justiça.

A família Bolsonaro passou recibo dessa tentativa em declarações e postagens.

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Bolsonaro chegou a dizer que mandou R$ 2 milhões para o 03 torrar nos Estados Unidos. No entanto, Moraes errou na mão, pois disse que o homem podia dar entrevistas, mas disse que ele poderia ser preso se elas fossem publicadas nas redes sociais.

Ora bolas, como segurar o gênio na garrafa? Não precisa ser doutor em Direito para ver que o capa preta exagerou na caneta. Que conserte.

Outra, os bolsonaristas na câmara fizeram ato para reclamar que Hugo Mota disse que só terá ato por lá em agosto.

Tudo bem, oposição é para gargantear, mas aparecer com bandeira de Donald Trump, o homem mais odiado que o Beuzebu após o tarifaço, não dá, né? Acho que essa vai ser difícil de consertar.

Esses feiticeiros do poder e suas dosagens equivocadas.

 

 

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