O ex-presidente da Câmara foi ouvido pelo mundo econômico representantes da Faria Lima, sobre o futuro do IR
Por Genésio Araújo Júnior – DF
Poder é algo que não se guarda, se estoca, se economiza, é algo que se exerce.
Nesta terça-feira, em que ministros da equipe econômica, às vésperas de anúncio de pacote de compensações ao tarifaço de Donald Trump, estiveram no Senado, e houve reunião de líderes na Câmara para definir futuro, todas as frentes parlamentares foram ouvir o deputado Arthur Lira.
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O ex-presidente da Câmara foi falar, e foi ouvido pelo mundo econômico representantes da Faria Lima, sobre o futuro do projeto de isenção de 5 mil reais do imposto de renda.
Setores econômicos diversos, inclusive as bets, não querem pagar mais impostos para isso. Lira disse para essa gente que o projeto só deve ser votado entre setembro e dezembro e que haverá modificações em seu relatório.
Lira criou a máxima de quem define votações, são os líderes partidários.
Ele se antecipou aos líderes partidários, ao presidente Hugo Mota, deixando tudo claro, porém mal explicado, tanto para o mercado como para o governo, para que lado a banda toca.
A isenção de R$ 5 mil do IR é gênio que saiu da garrafa, ninguém mais volta com ele para a garrafa.
Arthur Lira exerce poder ao orientar as ações desse gênio poderoso.
De fato, poder não é algo que se economiza, se exerce.



















