Personagens caricatos nos fazem rir através de situações absurdas e ridículas. Alguns políticos preferem deixar de lado o drama ou a tragédia
Por Genésio Araújo Júnior – DF
Nossa vila é sempre o nosso mundo, mas as coisas do mundo, esses dias, não nos largam. A impressão é que se eles fazem algo errado lá, vai nos atrapalhar aqui. Você já deve ter ouvido falar da farsa várias vezes.
Na verdade, é um gênero de teatro de comédia realizado em um único ato, em que os personagens caricatos nos fazem rir através de situações absurdas e ridículas. Alguns políticos preferem deixar de lado o drama ou a tragédia, preferem a farsa.
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Donald Trump, na sexta-feira (15), recebeu o autocrata e assassino Vladimir Putin com tapete vermelho e palmas lá no Alasca.
Antes tinha dito que Putin iria sofrer graves consequências se não parasse a guerra. Putin, que gosta do drama e da tragédia, saiu de lá dizendo o que quis, manipulando.
Ontem, Donald Trump, que em 28 de fevereiro recebeu o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, o invadido aos pontapés, que ele era desrespeitoso com os Estados Unidos e não tinha o direito de ditar nada, nos fez ver uma farsa.
Ontem, no Salão Oval da Casa Branca, recebeu Zelensky, disse que amava os ucranianos. Arrumou um jornalista lacaio que, no lugar de fazer perguntas importantes, elogiava a roupa dos sofridos Zelensky.
Temos que ficar preocupados com nossa vila ao ver farsantes comandando o mundo de todos nós.
























