Também podem ser aprovadas as oitivas dos administradores de Samambaia, Marcos Leite de Araújo, e do Sol Nascente/Pôr do Sol, Cláudio Ferreira Domingues
Por Misto Brasil – DF
A CPI do Rio Melchior realiza a sua 12ª reunião nesta quinta-feira (11) com depoimentos de duas representantes do Instituto Brasília Ambiental (Ibram).
As oitivas estão agendadas para as 10 horas, no plenário da Câmara Legislativa do Distrito Federal. Na reunião também devem ser votados ao menos 15 requerimentos que estão em pauta entre convites para depoimentos, e pedidos de fiscalização a órgãos de controle.
Também podem ser aprovadas as oitivas dos administradores regionais de Samambaia, Marcos Leite de Araújo, e do Sol Nascente/ Pôr do Sol, Cláudio Ferreira Domingues, e o professor Jeremie Garnier, do Instituto de Geociências da Universidade de Brasília.
Serão ouvidas Simone de Moura Rosa, superintendente de Fiscalização, Auditoria e Monitoramento (Sufam), e Nathália Lima de Araújo Almeida, superintendente de Licenciamento do Ibram (Sulam) do Ibram.
À Sulam compete a supervisão e coordenação das ações de fiscalização quanto ao uso e manejo da biodiversidade, recursos ambientais e hídricos do DF, bem como de todo processo, produto, atividade ou empreendimento que cause ou possa causar poluição ou degradação do meio ambiente e dos recursos hídricos.
Sulam deve planejar, dirigir, regular, coordenar, promover, avaliar e executar os procedimentos de análise para emissão de atos autorizativos e de supressão de vegetação no DF, além de formular as diretrizes e coordenar o licenciamento ambiental em consonância com o planejamento estratégico do Instituto.
Para a presidente do colegiado, deputada Paula Belmonte, as oitivas têm essencial relevância para explicar como é realizada a fiscalização hídrica na região, onde visitas técnicas já comprovaram denúncias recebidas pelo colegiado de dejetos sendo despejados no rio, com a pior classificação ambiental, grau 4.
A oitiva ocorre cinco dias após a presidente da CPI, deputada distrital Paula Belmonte (Cidadania), voltar a presenciar a degradação do curso d’água e, especialmente, os impactos disso na vida da população.
Ela esteve, no sábado (06), na Comunidade da Cerâmica, no Pôr do Sol, diretamente impactados com a poluição do Melchior. Sem saneamento básico e obrigados a consumir água de poços artesianos, os moradores têm visto a saúde degradar ano a ano.

