Se prepare para o paranaense Edson Fachin

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Ministro Edson Fachin durante sessão no Supremo Tribunal Federal/Antonio Augusto/STF
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Luiz Roberto Barroso disse que o STF, por determinação da Constituição de 1988, tem que tomar decisões que é obrigado a decidir

Por Genésio Araújo Júnior – DF

O ministro Luiz Roberto Barroso se despediu do comando do STF. Na segunda-feira, 29 de setembro, assume o ministro Edson Fachin, sai um carioca, entra um paranaense.

Barroso, em sua fala de despedida, disse que o STF, por determinação da Constituição de 1988, tem que tomar decisões que, como em outros países, os outros poderes são obrigados a decidir.

Leia: Barroso presidiu pela última vez em seu mandato no STF

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Barroso viveu um ciclo de comando inédito no judiciário do Brasil. Ele comandou a justiça eleitoral em meio à maior eleição municipal de um país democrático, numa pandemia, e depois da Suprema Corte, em época de  julgamento de tentativa de golpe de Estado.

Seus discursos durante a pandemia foram históricos, mas ele também ficou marcado por ter dito a besteira de nós derrotamos o bolsonarismo.

Essa fala não foi dada quando esteve à frente nem da justiça eleitoral e nem da Suprema Corte.

Barroso é judeu, e talvez seja o mais cosmopolita de nossos juízes da Suprema Corte. Ele também  viveu o momento de mais clara intervenção dos Estados Unidos na justiça de um país.

Se você não gostou de Barroso no STF, se prepare para o Paranaense Edson Fachin.

 

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