O especialista em investimentos da Nomad, Bruno Shahini, comentou que na queda das commodities, especialmente do petróleo, também pesou
Por Misto Brasil – DF
O dólar ganhou força ante as divisas fortes e emergentes com as atenções concentradas na geopolítica global e divergência entre dirigentes do Federal Reserve (Fed). O avanço da inflação e a derrota do governo no Congresso brasileiro também movimentaram o câmbio.
Nesta quinta-feira (09), o dólar à vista encerrou as negociações a R$ 5,3750, com alta de 0,58%.
O movimento acompanhou a tendência vista no exterior. Por volta de 17 horas (horário de Brasília), o DXY, indicador que compara o dólar a uma cesta de seis divisas globais, como euro e libra, subia 0,49%, aos 99.407 pontos.
O especialista em investimentos da Nomad, Bruno Shahini, comentou que na queda das commodities, especialmente do petróleo, também pesou contra moedas de exportadores.
No campo dos dados locais, o IPCA de setembro subiu 0,48%, abaixo da mediana das projeções (0,52%), indicando moderação da inflação, mas sem alterar a percepção de que a Selic permanecerá elevada por mais tempo, sustentando o diferencial de juros ainda favorável ao real.


