O Judiciário até poderia ser acusado de exagerar na mão por conta do rescaldo do tempo em que ficou clara a tentativa de interrupção democrática
Por Genésio Araújo Júnior – DF
Começamos a última quizena do ano, na prática, a última semana do ano de poderosos batendo ponto em Brasília. Orçamento será votado na quarta-feira. Em seguida, o Judiciário entra de férias.
Lula deve ir para a praia. Lula da Silva viveu meses de baixa e agora teve conquistas. Vou ter oportunidade para falar mais, porém chamo a atenção com os donos do Congresso.
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E os capas pretas do Judiciário terminam torcendo, sim, torcendo, que o Natal chegue logo para acalmar ânimos.
Os chefes da Câmara, Hugo Mota e do Congresso, Davi Alcolumbre, ficaram menores.
O Judiciário até poderia ser acusado de exagerar na mão por conta do rescaldo do tempo em que ficou clara a tentativa de interrupção democrática.
Mas agora tem problemas éticos a esclarecer.
O ministro Edson Fachin, presidente do STF, apresenta um possível código de conduta que surge necessário face às relações mal explicadas do ministro Dias Toffoli e agora do xerifão Alexandre de Moraes, com o banqueiro Vocaro do Banco Master.
As manifestações do final de semana contra o Congresso e o PL da dosimetria deram dimensão das dificuldades dos chefes do Legislativo.
O que fica claro para o povo, até porque a oposição não tem muito a dizer, é que largaram a nossa mão.

