A cotação destoou da tendência externa. A B3 divulgou suas projeções para 2026, além de anunciar um novo programa de recompra de ações
Por Misto Brasil – DF
O dólar iniciou a semana com ganhos ante o real em meio a remessas ao exterior e enfraquecimento das commodities. Nesta segunda-feira (15), o dólar à vista encerrou a sessão a R$ 5,4219, com alta de 0,21%.
O movimento destoou da tendência externa. Por volta das 17h (horário de Brasília), o DXY, indicador que compara o dólar a uma cesta de seis divisas globais, como euro e libra, caía 0,08%, aos 93.321 pontos.
O dólar ganhou força nas últimas horas da sessão com fluxo típico de fim de ano, com a saída de moeda estrangeira em remessas ao exterior, além da fraqueza das commodities.
Pela manhã, o Banco Central reportou que o Índice de Atividade Econômica (IBC-Br) registrou queda de 0,20% em outubro ante a projeção do mercado de alta de 0,10%. No mês anterior, a prévia do Produto Interno Bruto (PIB) havia registrado queda de 0,20% ante agosto.
No ano, o IBC-Br acumula avanço de 2,40% e um ganho de 2,50% no acumulado de 12 meses.
A B3 divulgou suas projeções para 2026, além de anunciar um novo programa de recompra de ações. A companhia prevê investimentos (capex) entre R$ 260 milhões e R$ 350 milhões, acima da faixa de R$ 240 e R$ 330 milhões de 2025.
Às 12h35 (horário de Brasília), as ações subiam 1,26%, a R$ 14,51, em um dia de ânimo para o mercado em geral.
Em relação às despesas ajustadas, a empresa projeta entre R$ 2,4 bilhões e R$ 2,6 bilhões para o ano que vem, acima da faixa de R$ 2,26 bilhões e R$ 2,45 bilhões de 2025.
Segundo Goldman Sachs, as projeções indicam crescimento das despesas ajustadas bem acima da inflação, além de maiores despesas atreladas à receita, que tendem a ser compensadas por um crescimento mais forte da própria receita. (Com informações do MoneyTimes e do InfoMoney)

