Aprovação do governo Lula da Silva continua estável

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O presidente Lula da Silva no discurso que fez na abertura da COP30/Divulgação/PR
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O primeiro retrato da pesquisa da Genial/Quaest em 2026, divulgado nesta manhã, traz um sinal político negativo para o Planalto

Levantamento da Genial/Quaest, divulgado na manhã desta quarta-feira (14) indica que a aprovação do governo do presidente Lula da Silva (PT) permanece estável e dentro da margem de erro.

O primeiro retrato da pesquisa da Genial/Quaest em 2026, no entanto, traz um sinal político negativo para o Planalto: hoje, 49% desaprovam a gestão Lula, enquanto 47% aprovam.

A pesquisa foi realizada presencialmente entre os dias 8 e 11 de janeiro, com 2.004 brasileiros de 16 anos ou mais. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. A pesquisa foi registrada com o número BR 00835/2026

Em dezembro, o cenário era praticamente empatado, com 49% de desaprovação e 48% de aprovação. A variação reforça a leitura de estagnação nos índices de popularidade, com leve predominância da desaprovação no início do ano.

No cenário considerado mais provável pela pesquisa, o presidente Lula da Silva aparece na liderança da corrida presidencial, com 35% das intenções de voto. Flávio Bolsonaro ocupa um segundo lugar confortável, com 26%, enquanto Ratinho Júnior surge mais distante, com 9%.

Em um cenário alternativo que inclui Tarcísio de Freitas, Lula mantém a dianteira, com 36%. Flávio Bolsonaro aparece em segundo, com 23%, seguido por Tarcísio, com 9%, e Ratinho Júnior, com 7%.

Nas simulações de segundo turno, o presidente venceria todos os adversários testados da oposição. As margens variam de acordo com o nome enfrentado, informou o site do Jota.

A vantagem é mais estreita contra Tarcísio de Freitas, de cinco pontos percentuais, e mais ampla contra Renan Santos, chegando a 20 pontos. Em disputas diretas contra Flávio Bolsonaro e Ratinho Júnior, Lula venceria por uma margem de sete pontos percentuais.

Para 43% dos entrevistados, um candidato de oposição fora da família teria mais chances de derrotar Lula, enquanto apenas 34% acreditam que alguém com o sobrenome Bolsonaro conseguiria vencer a disputa.

A escolha de Flávio como nome preferencial do grupo divide opiniões: 44% avaliam que Jair Bolsonaro errou ao indicá-lo, ante 43% que consideram a decisão correta. Os números representam uma queda relevante em relação a dezembro, quando 54% viam a indicação como equivocada.

Quando questionados sobre temores políticos, 46% dizem ter mais medo da volta da família Bolsonaro ao poder, contra 40% que afirmam temer mais a continuidade de um governo Lula.

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