Eleições em Portugal têm 11 candidatos para a Presidência

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Eleitores fazem fila para votar para presidente em Portugal;Reprodução rede social
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Para o sufrágio de hoje estão inscritos 11.039.672 eleitores, mais 174.662 do que nas eleições presidenciais de 2021

Por Misto Brasil – DF

Os eleitores irão escolher o novo presidente da República de Portugal, que irá suceder a Marcelo Rebelo de Sousa. Estas eleições neste domingo (18) marcam um recorde de candidatos aceites, com 11 no total.

Para o sufrágio de hoje estão inscritos 11.039.672 eleitores, mais 174.662 do que nas eleições presidenciais de 2021, informou o Diário de Notícias.

A Comissão Nacional das Eleições (CNE) acaba de avançar com os primeiros dados de afluência: 21,8% até às 12h00. Contas feitas, significa que 2,34 milhões de eleitores que já votaram já votaram até o meio-dia deste domingo.

Nas eleições presidenciais de 2021, o número à mesa hora era de 17,07%. Nas presidenciais daquele ano, a taxa de abstenção atingiu os 60,76%, sendo o contexto da pandemia um fatores que levaram a este baixo índice de participação.

A próxima informação sobre afluência deste domingo, com dados de até às 16h00, será informada perto das 17h00, avança a CNE.

Até às 12h30, dez dos 11 candidatos já votaram. O único que ainda resta votar é Manuel João Vieira. Em comunicado enviado às redações, a campanha informa que vai votar pelas 15h00 no Campo de Ourique, em Lisboa.

A agenda ainda inclui “falar ao país às 20h13 e espera estar na cama por volta das dez e tal”.

Desde 1976, a eleições presidenciais de 18 de outubro de 2026 são as mais disputadas de sempre, com 11 candidatos admitidos pelo Tribunal Constitucional:

André Ventura, André Pestana, António Filipe, António José Seguro, Catarina Martins, Jorge Pinto, Henrique Gouveia e Melo, Humberto Correia, João Cotrim de Figueiredo, Luís Marques Mendes e Manuel João Vieira.

Apesar destes nomes serem os únicos elegíveis, os boletins de voto vão ter 14 candidatos ao todo, sendo que os candidatos Joana Amaral Dias, Ricardo Sousa e José Cardoso, por terem apresentado irregularidades nas listas que apresentaram ao Tribunal Constitucional, não vão poder ser eleitos.

Os votos nestes nomes serão considerados inválidos. I

Isto só acontece porque a impressão dos boletins de voto começou no dia 24 de dezembro, que correspondia ao prazo limite para que os candidatos com irregularidades nas candidaturas pudessem resolvê-las ou contestar a decisão, o que implicaria também uma análise do tribunal e a possibilidade de recurso.

Tendo em conta que os boletins, para chegarem aos eleitores que residem no estrangeiro, teriam de ser enviados até dia 1 de janeiro e o parecer do tribunal teria como prazo legal o dia 2 de janeiro, os boletins terão 14 nomes, em vez de apenas os 11 elegíveis.

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