Os sulistas têm problemas com o protagonismo nacional. O último a fazer vez foi Getúlio Vargas. É bom lembrar que Edson Fachin está à frente do STF
Por Genésio Araújo Júnior – DF
Nada como o tempo e o vento, como dizia Érico Veríssimo. Quem me acompanha lembra que disse, lá em setembro de 2025, sobre a gestão do gaúcho que se fez no Paraná, Edson Fachin, como chefe do Supremo Tribunal Federal.
Os sulistas têm problemas com o protagonismo nacional.
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O último a fazer vez foi Getúlio Vargas. É bom lembrar que Fachin vai ficar à frente da corte até outubro de 2027. Fachin não é homem de turma, e o Supremo tem suas turmas.
Neste caso do Banco Master, ele fez uma defesa do Supremo, depois fez uma defesa do ministro Dias Toffoli e agora faz defesa que o caso Master saia do Supremo Tribunal Federal e vá para a Justiça Federal.
O Supremo marcou época na pandemia do Covid-19 e na tentativa de golpe de Estado. Independente de seu ranger de dentes, o mundo jurídico mundial sabe daquelas relevâncias.
Tempos difíceis, decisões difíceis. O caso do Banco Master não tem decisão difícil. Fachin ainda tem a oportunidade para calar a boca daqueles que avaliam que os sulistas têm dificuldades para o protagonismo nacional.
Não se pode tudo no mundo dos muito poderosos. Mas tem momento que o possível é o máximo que se pode ter. Foi Genésio Araújo Júnior, de Brasília.





















