Após subir cerca de 20% em apenas quatro sessões, impulsionadas pelo otimismo com possíveis estímulos para o setor petroquímico
Por Misto Brasil – DF
O dólar à vista ganhou força ante o real, seguindo o movimento observado no exterior, com a piora do humor em Wall Street, puxada pela queda dos setores de tecnologia, softwares e finanças.
Nesta quinta-feira (12), a moeda norte-americana encerrou a R$ 5,2004 (0,25%).
Na análise da Nomad, ao longo da sessão, porém, o ambiente externo entrou em modo mais defensivo, com as bolsas americanas incapazes de sustentar os ganhos iniciais e um claro movimento de aversão a risco: fraqueza em big tech e software, rotação para setores defensivos e rally nos Treasuries sinalizaram busca por proteção.
Assim, embora o vetor estrutural via carry e fluxo permaneça favorável ao real, o tom de “flight to safety” limitou a pressão adicional de baixa sobre o dólar no fim do dia.
Às 17 horas (horário de Brasília), oDXY, indicador que compara o dólar a uma cesta de seis divisas globais como euro e libra, subia 0,10%, aos 96.936 pontos.
Após subir cerca de 20% em apenas quatro sessões, impulsionadas pelo otimismo com possíveis estímulos para o setor petroquímico, as ações da Braskem desabam cerca de 10% nesta quinta-feira (12).
Às 14h43, os papéis caíam 9,97%, a R$ 9,75, quando tiveram a negociação interrompida por conta da divulgação de fato relevante; às 16h26, recuavam 10,80%, a R$ 9,66.
A gestora Valora está lançando um fundo de investimento em participações (FIP) com meta de captar até R$ 1,8 bilhão para comprar fatias em empresas de infraestrutura, apurou o InvestNews.
O capital será direcionado a aquisições nas áreas de energia, transporte, água, saneamento e concessões públicas.
A estratégia prevê a compra de fatias relevantes em empresas de propósito específico (SPEs) responsáveis por projetos novos ou expansões de ativos existentes – principalmente em concessões e parcerias público-privadas.
De acordo com o regulamento, o fundo deverá ter “atuação ativa” na gestão das investidas, com poder de influência em decisões estratégicas, acordos de acionistas e estruturas de governança, indicando que os investimentos serão para comprar participação relevante nessas empresas. (Com o InfoMoney, Money Times e TinvestNews)






















