Diversas cidades brasileiras são referências em turismo inclusivo e acessibilidade, com destaque para o município paulista de Socorro
Por Misto Brasília – DF
Um projeto de lei que tramita na Câmara Legislativa sugere a criação de um selo de turismo inclusivo, que identificaria os locais públicos e privados com estas características.
Segundo o autor do PL nº 2.141, de 2026, além de representar um avanço para as pessoas com deficiência e mobilidade reduzida, a iniciativa abre um novo nicho de mercado para o setor.
É o que pensa o autor da proposta, o deputado distrital Robério Negreiros (PSD).
“Estudos internacionais apontam que o turismo acessível movimenta bilhões de dólares ao ano e que negócios certificados ampliam significativamente sua base de consumidores”.
A proposta prevê ainda a criação de plataforma digital que centralize informações sobre os locais certificados, facilitando o planejamento de viagens e passeios por pessoas que necessitam de recursos específicos de acessibilidade.
“Considerando-se idosos, pessoas com mobilidade reduzida temporária e pessoas neurodivergentes, o público que demanda acessibilidade é ainda mais expressivo”.
Diversas cidades brasileiras são referências em turismo inclusivo e acessibilidade, com destaque para o município paulista de Socorro, que foi pioneiro com o projeto “Socorro Acessível”.
E Foz do Iguaçu, no Paraná, reconhecida pelo Ministério do Turismo como modelo de acessibilidade, incluindo trilhas adaptadas nas cataratas.
Outros exemplos são Bonito, no Mato Grosso, com passeios adaptados na natureza. O Rio de Janeiro com o projeto Praia Acessível em diversos locais, além de atrações como o Cristo Redentor adaptadas, legado das Paralimpíadas.
Também Fortaleza, também com o projeto Praia Acessível, a mineira Uberlândia, reconhecida pela ONU como um dos 100 destinos de inclusão, e a capital paulista, uma das mais inclusivas para turistas, com foco em acessibilidade.















