O banco também encerrou o ano com recorde na injeção de crédito, totalizando R$ 366 bilhões, alta de 32% em relação a 2024
Por Misto Brasil – DF
O presidente do BNDES, Aloizio Mercadante, informou nesta terça-feira (17) que o lucro recorrente da história da instituição, com R$ 15,2 bilhões, resultado 15,4% superior a 2024.
No triênio 2023 a 2025, o lucro recorrente foi 86% superior ao apurado no triênio 2019 a 2021.
O lucro líquido de R$ 26,8 bilhões em 2025, incluindo eventos recorrentes, não recorrentes e o resultado de alienações de ações não coligadas registrado em lucros acumulados foi 1,7% superior aos R$ 26,4 bilhões apurados em 2024.
Em ambas as medidas, destaca-se que o resultado financeiro do BNDES foi beneficiado pelos ganhos de crédito e tesouraria, oriundos do crescimento dos ativos como um todo.
O banco encerrou o ano com recorde na injeção de crédito, totalizando R$ 366 bilhões, alta de 32% em relação a 2024.
É o maior valor nominal da história em ativos totais (R$ 962 bilhões), carteira de crédito (R$ 664 bilhões) no maior patamar desde 2016, caixa livre quadruplicado (R$ 61 bilhões) em relação a 2022 e maior patamar histórico do Patrimônio Líquido (R$ 172 bilhões).
No triênio 2023-2025, houve aumento de 221% nas consultas, 164% nas aprovações e 126% nos desembolsos, em relação a 2019-2021.
Para micro, pequenas e médias empresas (MPMEs), as aprovações de crédito em 2025 totalizaram R$ 224 bilhões, aumento de 43% em relação à 2024 e de 215% em relação a 2022, sendo R$ 95,8 bilhões em crédito e R$ 128,2 bilhões de operações garantias oferecidas pelos fundos garantidores.
“A maior parte dos desembolsos do BNDES são feitos a taxas de juros de mercado e, logo, não comprometem a eficiência da política monetária”, destacou o diretor de Planejamento e Relações Institucionais, Nelson Barbosa.


















