Brasil é refúgio para longo prazo. Bolsa fecha em alta

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O Brasil possui poucos investidores na bolsa e ainda são conservadores/Arquivo/Pampa
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Os mercados do Brasil e da América Latina podem seguir resilientes, visto que estão menos expostos às consequências econômicas da guerra

Por Misto Brasil – DF

Os mercados de ações do Brasil, diante da volatilidade dos mercados globais com o conflito no Oriente Médio, são considerados refúgios geopolíticos relativamente seguros no longo prazo, na avaliação do Banco Citi.

O banco destaca ainda que o Brasil é exportador líquido de petróleo bruto e também uma potência global em biocombustíveis — embora não seja totalmente autossuficiente em produtos refinados.

Segundo o Citi, consequentemente, os mercados do Brasil e da América Latina podem seguir resilientes, visto que estão menos expostos às consequências econômicas do conflito. Com isso, o banco manteve a carteira de baixa volatilidade (MVP) com forte exposição a petróleo e utilities.

O Ibovespa operava perto da estabilidade no fim da tarde desta terça-feira (17) e caminhava para encerrar o pregão ainda no patamar dos 180 mil pontos.

Às 16h55, o principal índice da bolsa brasileira subia 0,09%, aos 180.041 pontos.

Cotação

Dólar EUACompra (R$)Venda (R$)
17/03 (PTAX)5,20165,2022
17/03-13:005,20055,2011
EuroCompra (R$)Venda (R$)
17/03 (PTAX)5,99435,9961
17/03-13:005,99315,9948

O mercado brasileiro passou o dia oscilando em meio à cautela global com a guerra no Oriente Médio e à expectativa pelas decisões de juros do Federal Reserve (Fed, o banco central americano) e do Copom.

O avanço do petróleo voltou a favorecer ações ligadas ao setor de energia, enquanto o desempenho mais fraco de varejo e consumo limitava uma alta mais firme do índice.

Entre as maiores altas do índice até esse horário, a Natura avançava 8,23%, seguida por Prio, com alta de 4,60%. CSN ganhava 4,31% e PetroRecôncavo avançava 4,27%. Os dados são do TradeMap.

Também figuravam entre os destaques positivos Eneva, com valorização de 3,17%, Sabesp, com alta de 2,87%, Copasa, que subia 2,40%, e Usiminas, com avanço de 2,31%.

Do lado oposto, as quedas eram lideradas por Magalu, que recuava 6,91%. Na sequência, apareciam Cosan, com baixa de 5,14%, Brava Energia, que caía 3,76%, Vamos, com recuo de 2,77%, e Energisa, que perdia 2,74%.

Em relatório do início desta semana, o BTG Pactual elevou a recomendação de neutra para compra, destacando três razões para comprar a ação da Petrobras, com novo preço-alvo de R$ 56, apontando motivos além do cenário de curto prazo para a commodity para tal visão para os papéis. (Com a CNBC, InfoMoney e MoneyTimes)

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