A Maioria que integra a base do governo na CPMI do INSS também apontou Flávio Bolsonaro como implicado no esquema fraudulento
Por Misto Brasil – DF
O relatório paralelo da Maioria que tem assento na CPMI do INSS pede o indiciamento do ex-presidente Jair Bolsonaro, por considerá-lo líder da quadrilha que desviou o dinheiro dos aposentados e pensionistas.
A informação foi dada há pouco enquanto estava sendo lido o relatório do deputado Alfredo Gaspar, que está no papel de relator da CPMI.
O ex-presidente foi indicado para indiciamento pelos crimes de furto qualificado contra idoso, organização criminosa e improbidade administrativa.
O relatório indicia ou encaminha à Polícia Federal para aprofundamento das investigações o nome de 201 pessoas.
Leia – relator da CPMI pede indiciamento de Lulinha e mais 215
Também foi indiciado o filho do ex-presidente e pré-candidato à presidência da República, senador Flávio Bolsonaro. De acordo com o deputado Pimenta (PT-RS), Flávio teria recebido dinheiro do esquema para comprar uma casa à vista em Brasília.
Neste caso, ele é acusado de organização criminosa.
Também aparece na lista de possíveis implicados, o ex-ministro da Previdência, Onix Lorenzoni.
Na lista de170 indiciados da Maioria, não consta o nome do filho do presidente Lula da Silva, o Lulinha.
De acordo com o relatório paralelo, a fraude no INSS começou ainda no governo do então presidente Michel Temer e ganhou força no governo do então presidente Jair Bolsonaro.
O esquema fraudulento teria atingido 5 milhões de apopsentados e pensionistas, O valor total desviado poderá chegar a R$ 3,3 bilhões.
Segundo o relatório paralelo, as apurações apontaram Maurício Camisotti como um dos opweradores centrais.





















