Caiado, a história e o presente que devem ser ditos

Juscelino kubitschek JK ex-presidente Misto Brasil
Juscelino Kubitschek na frente do Palácio da Alvorada, residência oficial do presidente da República/Arquivo/Memorial jK
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Nos discursos dos políticos é preciso também equilibrar os fatos para que o eleitor tenha uma relação correta e fiel do candidato

Por Genésio Araújo Júnior – DF

31 de março, quando garoto não entendia por que ia ao pátio da escola cantar o hino nacional. Talvez em algum local os sinos dobrassem por alguém.

O PSD tem candidato à presidência da república.

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Ronaldo Caiado foi escolhido antes da quinta-feira santa. Convivo com a vida pública de Caiado há 27 anos. Homem de retórica firme, um cavalheiro no tratar.

Ele se lançou dizendo, antes de tudo, não queria mudar o Brasil, mas que daria anistia se eleitufou a Jair Bolsonaro.

Ele disse que repetiria Juscelino Kubitschek, que deu anistia a quem queria derrubá-lo. Não falou que JK teve os direitos políticos cassados após um 31 de março por aqueles que anistiou?

Não sei se o cavalheiro de falas firmes vai ter coragem de afirmar que Lula da Silva foi bem votado nas cadeias e que Flávio Bolsonaro é o candidato dos milicianos lá no Rio de Janeiro.

Eleição, como dizem os mineiros, que decidem todas, é como mineração, só depois da apuração. Kassab nos deu mais um candidato que contrata a crise institucional a partir de 5 de janeiro de 2027.

Que Deus nos ajude.

 

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