O Ibovespa encerrou o pregão desta terça-feira (31), em alta de 2,66% aos 187.365 pontos, acompanhando pares globais
Por Misto Brasil – DF
O dólar perdeu força no último pregão do mês diante das sinalizações de que o Irã está aberto para negociar com os Estados Unidos e encerrar o conflito no Oriente Médio, agora em sua quinta semana de duração.
Nesta terça-feira (31), o dólar à vista encerrou a sessão a R$ 5,1786, com queda de 1,32%.
O avanço foi impulsionado pelo desempenho da moeda no exterior. Por volta das 17h09 (horário de Brasília), o DXY, indicador que compara o dólar a uma cesta de seis divisas globais, como euro e libra, operava com queda de 0,67%, aos 99.840 pontos.
Em março, porém, a divisa acumulou ganho de 0,87%, em linha com a aversão a risco no exterior e deterioração das expectativas inflacionárias, o que impulsionou uma rodada de revisões altistas para a trajetória dos juros.
O Ibovespa encerrou o pregão desta terça-feira (31), em alta de 2,66% aos 187.365 pontos, acompanhando pares globais. O movimento é um reflexo dos sinais de avanço nas tratativas pelo conflito entre os EUA e o Irã, que já se estende por cinco semanas.
“O Presidente americano apontou que irá reagir caso o custo de energia não recue, demonstrando uma preocupação sobre o risco do aumento prejudicar a rede de distribuição, o que puxaria a inflação e até a marcação dos preços dos títulos do Tesouro americano”, afirmou Douglas Tuíra, especialista em investimentos da Nexco.
O índice Dow Jones, um dos principais indicadores dos movimentos do mercado norte-americano, avançou 1.004 pontos ou 2,2%, no pregão desta terça-feira (31), após as informações de de que a guerra entre EUA e Irã possa chegar ao fim em breve.
A pontuação chegou a ultrapassar brevemente os 1.100 durante a sessão, após um relatório não confirmado indicar que o presidente iraniano, Masoud Pezeshkian, estaria aberto a encerrar o conflito mediante garantias. O S&P 500 subiu 2,5%, enquanto o Nasdaq Composite avançou 3,4%, com ambos a caminho de seu melhor dia desde maio. (Com o InvestNews, CNBC e MoneyTimes)




















