Levantamento preliminar realizado pela Imprensa até ontem (02) indica 70 deputados federais trocaram de partido
Por Misto Brasil – DF
Esta sexta-feira santa (03) é o prazo final para que parlamenares troquem de partido para concorrer nas eleições de outrubro e sem sofrer represálias, como a expulsão, nas atuais agremiações partidárias.
Levantamento preliminar realizado pela Imprensa até ontem (02) indica que somente na Câmara dos Deputados, aproximadamente 70 deputados trocaram de partido.
A sigla que recebeu o maior número foi o PSDB, depois vem o PL que continuá sendo a maior bancada na Câmara.
O União Brasil registrou a maior perda entre as siglas partidárias. No PT, apenas a deputada cearense Luizianer Lins foi para a Rede.
A deputada paranaense Rosângela Moro trocou o União pelo PL. O deputado federal Sargento Fahur confirmou a sua filiação ao PL.
No Rio Grande do Sul, o governador Eduardo Leite deixou o PSD e voltou para o PSDB. Também os deputados federais Heitor Schuch (ex-PSB) e Lucas Redecker (ex-PSDB) voltaram para o ninho tucano.
O ex-ministro das Comunicações do governo Lula da Silva, deputado maranhense Juscelino Filho, que deixou o União Brasil, e foi para PSDB.
A troca de partidos também atingiu o Senado por questões estratégicas para as eleições. Os senadores não estão obrigados a se submeter a chamada “janela partidária”, mas aproveitaram o momento para para tambem mudar de partido.
O sendor Rodrigo Pacheco deixou o PSD para se filiar ao PSB. Vai concorrer ao governo de Minas Gerais com o apoio do PT, numa articulação assinada pelo presidente Lula dfa Silva (PT).
O senador Sergio Moro (PR) saiu do União Brasil para o PL para disputar o governo do Paraná contra a coligação que tem à frente o atual governador Ratinho Júnios (PSD).
A senadora Eliziane Gama (MA) deixou o PSD e se filiou ao PT. Vai buscar a reeleição cntra o grupo capitaneado pelo governador Carlos Brandão (sem partido), que não se desincompatibilizou do cargo.
O senador Carlos Viana deixou o Podemos para compor se filiar ao o PSD. Ele já estava no partido no período de 2019 a 2021. Ele será candidato à reeleição em Minas Gerais.
Prevista no artigo 22-A da Lei dos Partidos Políticos (Lei nº 9.096/1995), a medida é um mecanismo para a reorganização das forças políticas antes das eleições gerais de outubro.
A janela partidária é aberta em qualquer ano eleitoral, sete meses antes da votação. Neste ano, o 1º turno das eleições acontece no dia 4 de outubro.

















