Operação contra associação de criminosos do DF e RJ

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Policiais do Distrito Federal realizam operação contra o tráfico de drogas/Divulgação/PCDF
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Somente numa das contas bancárias verificadas, foram movimentados R$ 79 milhões. Há também a participação de estrangeiros

Por Misto Brasília – DF

Pelo menos 200 policiais civis integram desde o início do dia a Operação Eixo, que tem o propósito de desarticular o envolvimento de criminosos do Distrito Federal com uma organização criminosa do Rio de Janeiro.

Até este momento foram presas 34 pessoas, das quais cinco em flagrante, três armas de fogo foram apreendidas, confiscados R$ 60 mil em espécie, 50 mil em criptoativos, cinco veículos de luxo e três imóveis. Atualizado às 09h19.

Entre os alvos, há dois cidadãos colombianos e um venezuelano. Um dos colombianos já havia sido investigado pela Polícia Federal por sua atuação no núcleo de lavagem de dinheiro no estado do Amazonas de facção criminosa originária do Rio de Janeiro.

O outro colombiano também se encontra preso em seu país de origem.

O alvo venezuelano está localizado em Santa Catarina. Todos aparecem, em graus distintos, inseridos na dinâmica operacional do grupo.

Três desses criminosos do DF teriam recebido treinamento para uso de arma de grosso calibre no Rio de Janeiro. Estão sendo cumpridos 96 mandados judiciais no Gama, Samambaia, Itapoã, Sobradinho, Santa Maria e Vicente Pires.

Em Goiás, em Valparaíso, Cidade Ocidental e Planaltina. Em São Paulo. no Guarujá e na capital, em Minas Gerais, em Uberlândia, no Amazonas, em Manaus, no Paraná em Foz do Iguaçu) e em Santa Catarina, nas cidades de Jaraguá do Sul e São Lourenço do Oeste.

De acordo com a Polícia Civil, a investigação, iniciada em 2024 pela 13ª DP (Sobradinho), revelou a existência de uma estrutura criminosa sofisticada, voltada ao abastecimento do mercado de drogas no Distrito Federal e à ocultação de valores ilícitos por meio de mecanismos típicos de lavagem de dinheiro.

O Inquérito Policial revelou a existência de abastecimento do mercado de drogas no Distrito Federal e à ocultação de valores ilícitos por meio de mecanismos típicos de lavagem de dinheiro.

Houve a pulverização de recursos por transferências em valores padronizados, uso de plataformas de criptoativos e saques massivos em espécie, expediente voltado a dificultar o rastreamento patrimonial e a atuação dos mecanismos oficiais de controle.

E uma das contas investigadas, registrou movimentação superior a R$ 79 milhões em curto período.

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