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Senador Ciro Nogueira alvo de operação da Polícia Federal

Senador Ciro Nogueira entrevista Misto Brasil

Senador Ciro Nogueira durante entrevista após palestra no Lide Brasília/Arquivo/Reprodução vídeo

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Mandados de busca e apreensão estão sendo cumpridos em São Paulo e no Piauí. O primo de Daniel Vorcaro foi preso hoje

Por Misto Brasil – DF

O senador e presidente nacional do PP, Ciro Nogueira (PI) é alvo principal da quinta fase da Operação Compliance Zero. Mandados de busca e apreensão estão sendo cumpridos no Piaui e em São Paulo.

Também está sendo cumprido um mandado de prisão temporária contra o primo de Daniel Vorcaro, do Banco Master. Felipe Vorcaro está sendo preso em Minas Gerais.Última atualização às 07h59

Em Brasília, o mandado de busca está sendo cumprido na IQ 15, do Lago Sul, onde fica a residência do senador.

Leia – Proposta de delação de Vorcaro é rejeitada

Na quarta fase, deflagrada em 16 de abril, a PF prendeu o ex-presidente do Banco Regional de Brasília (BRB), Paulo Henrique Costa, que também decidiu buscar um acordo de delação.

De acordo com a Polícia Federal, o objetivo é aprofundar investigações sobre um esquema de corrupção, de lavagem de dinheiro, de organização criminosa e crimes contra o Sistema Financeiro Nacional.

Policiais federais cumprem dez mandados de busca e apreensão e um mandado de prisão temporária, expedidos pelo Supremo Tribunal Federal, nos estados do Piauí, de São Paulo, de Minas Gerais e no Distrito Federal.

A decisão judicial autorizou, ainda, o bloqueio de bens, de direitos e de valores no valor de R$ 18,85 milhões.

A proposta de delação premiada do ex-banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, não deve citar nenhum dos atuais pré-candidatos à Presidência da República.

Segundo apuração divulgada pela CNN Brasil, o material entregue à Polícia Federal (PF) e à Procuradoria-Geral da República (PGR) deixa de fora nomes como o presidente Lula da Silva (PT), o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), o governador Romeu Zema (Novo), Ronaldo Caiado (PSD) e Aldo Rebelo (DC).

A ausência simultânea dos principais nomes hoje posicionados na corrida presidencial virou um dos pontos que mais chamaram atenção entre investigadores e interlocutores envolvidos nas negociações da colaboração premiada.

O conteúdo da proposta começou a ser entregue nesta semana e ainda passará por análise técnica da PF e da PGR.

A avaliação deve verificar se as informações apresentadas trazem elementos inéditos e provas que sustentem eventual avanço das investigações relacionadas ao caso Master.

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