O ministro André Mendonça não teve e nem terá acesso a essa nova proposta de delação do banqueiro preso
Por Misto Brasil – DF
A nova proposta de delação premiada do banqueiro Daniel Vorcaro envolve pagamentos ao presidente do União Brasil, Antonio Rueda, e a membros do PT da Bahia.
Os pagamentos a Rueda teriam sido feitos via repasses ao escritório de advocacia do qual o líder partidário é sócio. Ele é um dos nomes ligados a indicação da diretoria da Rioprevidência, que realizou aportes bilionários em letras do Banco Master.
Rueda nega qualquer irregularidade, mas confirma que seu escritório já prestou serviços ao Master.
As informações são do jornalista Igor Gadelha, do portal Metrópoles. O Times Brasil, entrou em contato com as defesas e aguarda seus posicionamentos.
De acordo com uma fonte do STF ouvida pelo Times Brasil. a expectativa é que essa 2ª proposta de delação nao deve ser aprovada novamente pela PF.
Segundo essa fonte, o ministro André Mendonça não teve e nem terá acesso a essa nova proposta de delação de Vorcaro. Isso porque a proposta só chega no STF quando aprovada peloa orgaos de investigação e persecução. Só depois vai para a homologação do STF.
“Como a 1º versão foi rejeitada pela PF e essa 2ª versão deverá ser rejeitada, o ministro não terá acesso a esse documento.”
Outra declaração do banqueiro na delação premiada dá conta de que ele realizou pagamentos a figuras ligadas ao PT da Bahia. Os repasses teriam sido feitos como contrapartida à participação do Master no Credcesta, uma espécie de cartão de benefícios consignados.
Somente no Tribunal de Justiça da Bahia (TJBA), existem mais de 10,2 mil processos que envolvem o Credcesta, com reclamações que vão desde juros abusivos até casos de fraude, nos quais os servidores alegam não ter contratado empréstimos e, mesmo assim, terem sofrido descontos.
















