Se o veículo declarado para uso pessoal passar a integrar a logística da campanha, a seguradora pode reavaliar o contrato.
Por Misto Brasil – DF
A utilização de veículos particulares em atividades eleitorais acende um alerta para motoristas e proprietários: a mudança na rotina do automóvel pode comprometer a cobertura do seguro.
Conforme explica Renato Pavani, supervisor de vendas da Prime Broker (grupo AllCross), o simples ato de afixar adesivos de candidatos não invalida a apólice.
Se o veículo declarado para uso pessoal passar a integrar a logística da campanha — transportando equipes, panfletos ou rodando em intensidade muito superior —, a seguradora pode reavaliar o contrato devido ao aumento do risco envolvido.
Com a nova legislação de seguros (Lei nº 15.040/2024), o segurado tem o dever de informar à companhia qualquer alteração significativa no perfil de uso do automóvel.
A omissão dessa mudança no cotidiano operacional pode resultar na perda do direito à indenização em casos de colisão, furto ou roubo durante o período eleitoral.
Especialistas recomendam que, antes de engajar o veículo de forma contínua em atos partidários, o proprietário consulte seu corretor para adequar a apólice às reais condições de circulação.
Orientação ao Motorista
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Apoio pessoal: Uso de adesivo (até 0,5 m²) em rotina normal particular não altera a apólice.
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Uso na campanha: Atuação contínua na logística eleitoral exige comunicação prévia à seguradora.
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Prevenção: Atualizar o perfil de utilização evita problemas no pagamento de indenizações em sinistros.
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