A apuração foca em suspeitas de peculato, lavagem de dinheiro, falsidade documental e desvio de emendas parlamentares.
Por Misto Brasil – DF
A Polícia Federal (PF) deflagrou a Operação Make Up, com autorização do ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), para investigar o financiamento da cinebiografia de Jair Bolsonaro, intitulada Dark Horse.
Segundo o portal g1 e a Folha de S.Paulo, a apuração foca em suspeitas de peculato, lavagem de dinheiro, falsidade documental e desvio de emendas parlamentares.
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As diligências tiveram como alvos o deputado federal Mario Frias e a produtora Go Up Entertainment, sob a acusação de direcionar recursos públicos ao projeto.
No âmbito do inquérito, investigações paralelas citadas pelo portal Uol também miram eventuais conexões com o senador Flávio Bolsonaro:
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Intermediação de recursos: Segundo apurações da PF divulgadas pelo g1, Flávio Bolsonaro admitiu ter intermediado tratativas com investidores privados para apoiar a produção;
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Repasses sob suspeita: O g1 apontou que o ex-marqueteiro de pré-campanha do senador repassou cerca de R$ 1 milhão à produtora responsável pelo filme;
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Surgimento de áudios: Conforme o Uol, gravações anexadas ao STF mostram diálogos sobre aportes financeiros com o ex-banqueiro Daniel Vorcaro.
Em declarações reproduzidas pela Jovem Pan, Flávio Bolsonaro negou qualquer irregularidade e afirmou que o projeto não recebeu dinheiro público indevido.
O parlamentar declarou ainda que a operação configura uso político da PF. A PF e a Controladoria-Geral da União (CGU) prosseguem na análise do material apreendido.
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