Foram celebrados 51 termos de ajuste de conduta com empresas envolvidas em irregularidades, segundo informou o órgão público.
Por Misto Brasil
O Ministério Público do Trabalho (MPT) contabilizou 1.773 denúncias de assédio eleitoral no país em 2026, com forte aceleração de casos no período entre o primeiro e o segundo turno.
Para conter as pressões no ambiente de trabalho, o órgão atua em plantão especial durante o fim de semana.
A mobilização busca assegurar o livre direito de voto de trabalhadores diante de coagões patronais.
Os principais dados do balanço e os canais de atendimento da instituição destacam:
Liderança por estados: São Paulo concentra o maior número de queixas (317), seguido por Minas Gerais (200) e Rio de Janeiro (142).
Medidas judiciais: O MPT ajuizou 39 ações civis públicas este ano e obteve 29 decisões liminares favoráveis até a tarde desta sexta-feira (23).
Acordos firmados: Foram celebrados 51 termos de ajuste de conduta com empresas envolvidas em irregularidades.
Plantão nacional: Sede em Brasília e 24 regionais funcionam no fim de semana, das 8h às 18h, para receber queixas.
Canais e sigilo: Denúncias anônimas e sigilosas podem ser registradas diretamente pelo portal do MPT na internet.
A fiscalização integra a campanha interinstitucional “No meu voto mando eu”, que coíbe o uso da hierarquia corporativa para constrangimento político.
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