Em nota oficial divulgada, o presidente do STF, ministro Edson Fachin, reforçou que o fim da disputa eleitoral exige serenidade.
Por Misto Brasil
Após a confirmação da reeleição do presidente Lula da Silva (PT) no segundo turno, o comando do Supremo Tribunal Federal (STF) e da Procuradoria-Geral da República (PGR) manifestou-se publicamente em defesa da legitimidade democrática e da pacificação do país.
Durante a coletiva de encerramento do pleito no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o procurador-geral da República, Paulo Gonet, destacou que o respeito soberano à vontade popular manifestada por mais de 128 milhões de eleitores fortalece as instituições e assegura a estabilidade da representação política.
Em nota oficial divulgada no mesmo tom, o presidente do STF, ministro Edson Fachin, reforçou que o fim da disputa eleitoral exige serenidade, responsabilidade e o pronto reconhecimento da soberania das urnas.
Fachin ressaltou que as divergências ideológicas inerentes ao processo democrático não podem inviabilizar o diálogo republicano nem a construção de caminhos comuns para os desafios do país.
O ministro reiterou ainda o compromisso do Judiciário com a fidelidade à Constituição, o equilíbrio entre os Poderes e a garantia da segurança jurídica.
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