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Flávio Dino vai relatar ação da CNC contra a escala 6X1

STF Flávio Dino e André Mendonça Misto Brasil

Flávio Dino e André Mendonça no plenário de julgamentos do Supremo/ Antonio Augusto/STF

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Pelas regras atuais, a jornada máxima cai das atuais 44 para 42 horas semanais em 16 de dezembro deste ano.

Por Misto Brasil

A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) acionou o Supremo Tribunal Federal (STF) para tentar ampliar o prazo de adaptação das empresas às novas regras de jornada de trabalho estabelecidas com o fim da escala 6×1.

A entidade questiona pontos da Emenda Constitucional e pede que a primeira etapa da redução da jornada, atualmente prevista para dezembro, seja postergada para 16 de outubro de 2027. A ação foi distribuída ao ministro Flávio Dino.

Pelas regras atuais, a jornada máxima cai das atuais 44 para 42 horas semanais em 16 de dezembro deste ano, dois meses após a promulgação da emenda. A redução para o limite definitivo de 40 horas está prevista para dezembro de 2027. A mudança ocorre sem redução salarial.

No pedido apresentado ao Supremo, a CNC propõe que a etapa de 40 horas seja aplicada somente em outubro de 2028.

A confederação sustenta que os 60 dias previstos para a primeira fase da transição não seriam suficientes para que empresas reorganizem escalas, contratem funcionários e façam outros ajustes necessários para cumprir as novas regras.

A entidade também argumenta que o início da mudança coincide com um dos períodos de maior atividade para setores representados pela CNC, como comércio, serviços e turismo, diante da Black Friday, das vendas de Natal e da alta temporada.

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